sexta-feira, 20 de maio de 2011

A iconofagia nos dias atuais


Segunda-feira que vem, dia 23 de maio, será a estréia de Heródoto Barbeiro na Record News.
Para dividir a bancada com ele, vem Thalita Oliveira, apresentadora da Record há dois anos.
A competência da moça é inquestionável, afinal, assumiu a bancada do Fala Brasil quando Roberta Piza, consagrada na emissora, cobria os jogos olímpicos de Vancouver.
Fato é que, se tratando de uma pessoa pública, a mídia tratou de "vasculhar" seu histórico. Nada mais justo do que conhecer a fundo aquela que terá a honra em dividir a ancoragem com nada mais, nada menos que Heródoto Barbeiro. Isso não causaria nenhum alvoroço, se ela não houvesse com o que se preocupar.
Mas de acordo com publicação do Yahoo!, de quarta, (18), a garoto é ex-candidata (e finalista!) à loira do extinto É o Tchan!
Após a notícia, Thalita teve de aguentar piadinhas entre os colegas de trabalho nos corredores da emissora.
Mas, enfim, enfatizando mais uma vez, o post não se trata de um questionamento quanto ao profissionalismo da moça, mas ao passado dela.
O que passou, passou, é como dizem. Mas isso não ocorre na mídia. Como já dizia Norval Baitello Júnior, vivemos em um mundo iconofagico em que " passamos a viver muito mais como uma imagem do que como um corpo. Viramos escravos das imagens". Assim acontece na vida real. A partir do momento que o indivíduo se sujeita a se expor diante das telinhas, há de arcar com as consequências.

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